Bem-vindo ao blogue da
aguasfurtadas
revista de literatura, música e artes visuais
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A "aguasfurtadas" é uma edição do Núcleo de Jornalismo Académico do Porto.
Rua Miguel Bombarda, 187, R/C, 4050-381 Porto.
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Poemas de Angélica Freitas (com introdução de Ricardo Domeneck), Rogério Rôla (com introdução de Margarida Vale de Gato), Vítor Oliveira Jorge, Pedro Amaral, Gez Walsh (com tradução de Hélder Moura Pereira), Stéphane Mallarmé (com tradução de Manuel Resende) e William Shakespeare (com tradução de Manuel Resende).
Contos de António Gregório e Luís Graça.
Ensaios de Manuel António Pina, Tiago Bartolomeu Costa, Samuel Silva e João Pedro d'Alvarenga.
E ainda um texto de Óssip Mandelstam, com tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra.
Ilustrações de Arff, Ana Justo, João Marçal, Francisco Cruz, Pedro Augusto, Scotch, Ana Xé Ribeiro e Agostinho Santos (com texto introdutório de André Sousa Martins).
Fotografias de Ângelo Fernandes, António Vieira, Filipe Silva, Luís Duarte, Hélio Mateus, Sofia Serrão e Fátima Séneca.
Bd de Jorge Soares.
Partituras de Ângela Ponte, Nuno Estrela e Nuno Peixoto de Pinho.
CD áudio com obras de Ângela Ponte, Nuno Estrela, Nuno Peixoto de Pinho, Carla Oliveira, Fátima Fonte e Gustavo Costa.
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Em Lisboa:
Livraria Da Mariquinhas
No Porto:
Galeria Sargadelos
Pulga
Poetria
Unicepe
Matéria Prima
Maria vai com as outras
Leitura
Livraria Utopia (Rua da Regeneração, 22; Telef.: 222 083 526).
Livraria Nova Fronteira (C. C. Brasília, Rotunda da Boavista).
Biblioteca Musical (Rua Cândido dos Reis).
Livraria Índex (Rua D. Manuel II, junto ao Palácio de Cristal).
Encomendas on-line:
A revista também pode ser encomendada via internet. Para isso, basta usar os serviços de encomenda on-line das livrarias acima citadas ou através de um pedido directo para o editor, enviando um mail para
jup@jup.pt.
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7 Comments:
Li a "crítica" do Senhor Eduardo Pitta e não podia deixar de escrever algumas palavras. A escrita desse Senhor sempre me causou diversos pensamentos, atitudes e sorrisos. Sempre muito dono da verdade; sempre arrogante afirma que os outros poetas que não tiveram a honra de figurar na sua crítica ainda "procuram uma voz que seja a sua". Será que o Exmo Senhor Eduardo Pitta leu com os olhos ou com o cérebro os poemas verdadeiros de António Pedro Ribeiro ou os poemas sublimes e contidos de Joaquim Cardoso Dias?? Ou será que estes dois poetas, por exemplo, não fazem parte da familia/capelinha do crítico/amigo Eduardo Pitta?? É lamentável. É ridiculo. É nojento como pessoas que se dizem de cultura se comportam com tamanha falta de bom senso e riqueza/coluna vertebral.
N. Fonseca
Caro N. Fonseca,
Os dois autores que citas, o Pedro Ribeiro e o Joaquim Cardoso Dias, são excelentes. De resto, é justamente por serem excelentes que nós os convidamos para figurarem neste número nove. De qualquer maneira, o Eduardo Pitta tem o direito de pensar o que quiser sobre cada um dos autores que participam na revista. Destacou aqueles que queria destacar. Outros leitores destacarão nomes diferentes. É perfeitamente legítimo. Nem sequer sabemos se o Eduardo Pitta inclui entre os autores "que procuram uma voz que seja sua", o Pedro e o Joaquim.
Caro Rui Manuel Amaral,
Obrigado por responder às minhas palavras. Claro que o Senhor Eduardo Pitta tem o direito de pensar o que quiser sobre quem quiser, mas manda o bom senso que testemunhe o que diz e defende.(Eu também posso pensar o que quiser sobre quem eu quiser desde que testemunhe a minha opinião). No entanto, há muitos críticos que deviam estar calados. Nem sabem o que estão a dizer. Escrevem torto por linhas direitas. Sabe, gosto muito de poesia, ainda que não escreva. Não tenho talento para escrever, mas sei sentir a poesia e custa-me ver jovens poetas e poetas já com obras notáveis serem absolutamente ignorados por não pertencerem aos lobbys e às capelinhas dos críticos e, também, às de outro tipo de gente! E o Rui Amaral sabe que é assim. (Um dos meus filhos participou no DN Jovem e diz-me sempre que o Joaquim Cardoso Dias foi um dos melhores poetas que passou pelo DN Jovem e que vários poetas do DN Jovem e poetas consagrados admiram a escrita dele. Já tentei contactar o Joaquim Cardoso Dias, mas ele agradeçe os meus e-mails e mantêm-se quieto e calado no seu mundo. Talvez por isso não pertença a nenhuma capelinha!) Não gosto de polémicas, mas não podia ficar calado. Eu respeito muito as palavras dos poetas, por isso fiquei revoltado por o senhor Eduardo Pitta apenas citar e elogiar os amigos. Enfim, ele é que sabe. Mas eu também sei. Sei onde a verdadeira e calada poesia se encontra... ainda que seja a minha maneira de olhar as coisas. E porque será que não citou a traduçao de José Mário Silva? Tenho um cunhado que é tradutor conhecido, em Espanha, e já me disse que a traduçao de José Mário Silva é de uma elegância extrema. Mas Eduardo Pitta é assim. Então assim seja, mas com moderação e com verticalidade. As atitudes só qualificam quem as produz. Parabéns pela aguasfurtadas. Gosto, sou leitor desde o número 1 e recomendo.
N. Fonseca
Caro N. Fonseca,
não faço a menor ideia se os autores que o Eduardo Pitta cita no texto são seus amigos.
O que esta conversa revelou - e isso é o mais importante para nós - é que E. Pitta e o N. Fonseca leram a "aguasfurtadas" e apreciam-na.
Nós, na "aguasfurtadas", gostamos de todos os autores que colaboraram neste número nove.
Entendo, caro Rui Amaral, está a ser diplomático. O nosso mundo é assim dual, mas precisamos todos uns dos outros. E tantos e muitíssimos de nós esquecemos que esta verdade é tão verdade. Muitos nós pensamos que temos o rei na barriga. O seu papel, Rui, é esse e eu entendo-o e respeito-o muito. Acredite. Mas deixe-me apenas alertar para o perigo dos que pensam ter esse rei na barriga.
O design gráfico deste número muito Marrucho... "Grafismo impecável"? Que vergonha devia ter o crítico literário para proferir tais palavras sobre a arte de paginar. Falta de bom gosto.
Desculpem, estava a referir-me ao design do número 10. Mas este também não foge à escola Marrucho. É um vergonha tamanha falta de criatividade!
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